domingo, 27 de agosto de 2017

Se hoje ela falasse que me odeia eu acreditaria
Meu coração palpita de preocupação, tristeza e auto-ódio
E ela fala que me ama, e isso é algo que não posso acreditar

Uma relação injusta se construiu e mais uma vez o monstro atacou
Psicopata, sociopata, relacionopata

Quem dera se acabar a vida fosse resolver
Ela disse que me ama, morrer causaria ainda mais mal

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Liberdade condicional ou condicionada?

Mais do mesmo.

Eis que mais uma vez tudo voltou ao que minha mente considera "padrão". Mais uma vez vejo um precipício a minha frente, e eu, numa esteira rolante a caminho dele. Não vou dizer que não sou culpado pos estar nessa esteira, mas de alguma forma sinto que fui atraído até ela por vários fatores:

Convivência e relacionamentos

Tenho uma relação muito boa com as pessoas a minha volta. Pelo menos é isso que elas pensam. 
Não tenho dificuldade em "puxar assunto" e falar durante horas, expondo minhas ideias e compartilhando experiências. No entanto, percebo a profundidade com qual meus assuntos chegam até essas pessoas, enquanto ao mesmo tempo eu sei que elas não estão acessando nem ao menos 1% daquilo que o Mateus realmente é. Elas não conhecem o Mateus, nenhuma delas. 
Tudo bem. Eu também não me interessaria em descobrir qual é a vida de um homem de 25 anos, com essa cara de otário que eu tenho. Mas o ponto não é esse, o que me intriga realmente é: Sou só eu, ou as pessoas tem perdido cada dia mais o interesse em mergulhar no íntimo uma das outras? Acho que a esteira está andando, melhor eu me apressar.